Construção: saber se a obra deu dinheiro antes de ela acabar
Três números decidem o resultado — custo-hora real, custo imputado à obra e margem no fecho. É o único setor onde a casa tem produto próprio, e é onde a prova começa.
3 lugares de setup em simultâneo — é a única escassez que publicamos. Cheios os lugares, entra-se em lista de espera com data.
A obra acaba, o dinheiro não aparece, e ninguém sabe dizer porquê
Na construção o resultado joga-se em três números, e a maior parte das empresas não tem nenhum deles com segurança: o custo-hora real da equipa, o custo imputado a cada obra e a margem que sobrou quando a obra fechou.
Sem eles, orçamenta-se por memória e por comparação com o vizinho. Desconta-se ao telefone sem saber onde está o chão. Descobre-se no fim do ano, pela contabilidade, que houve obras que pagaram e obras que comeram — e já não há forma de saber quais foram quais.
É também o setor com menor adoção de tecnologia do país. Isso é um problema para quem lá está e uma vantagem para quem se mexer primeiro: o concorrente do lado continua a orçamentar à noite, no caderno.
Três montras e dois produtos próprios
A construção é o único setor onde a casa tem produto próprio, e não só serviço. É aqui que a prova existe — porque é o problema que o fundador resolveu primeiro na própria empresa de remodelação.
Orçamentos e mapas de quantidades
Base de custos sua, composições à vista e o chão do desconto calculado. Liga ao COTA.
Ver a página → Durante a obraControlo de custos
Custo imputado à obra certa, à medida que acontece, em vez de no fecho do ano. Liga ao RADAR.
Ver a página → No estaleiroFolha de ponto de obra
Horas registadas, validadas por semana e fechadas com o custo já imputado. Registo de tempos que a lei obriga a ter.
Ver a página →Por cima destas peças vivem os dois produtos da casa: RADAR, para o controlo de obra e de equipa no dia a dia, e COTA, para orçamentação com memória de cálculo rastreável.
Seis pessoas, seis conversas diferentes
- — O dono da empresa de obra. Quer saber se a obra deu dinheiro, e quer saber antes de ela acabar.
- — O encarregado. Não quer software: quer registar as horas e as fotos sem perder meia hora ao fim do dia.
- — O engenheiro projetista. Perde dias a pedir preços e a passá-los para o mapa de quantidades. É o trabalho mais automatizável de todo o setor.
- — O arquiteto. Precisa de que a medição e o orçamento acompanhem o projeto sem refazer tudo a cada alteração.
- — O administrativo. Faz autos, faturação e mapas de horas — trabalho que se repete todos os meses com regra estável.
- — O promotor ou dono de obra. Quer previsibilidade e quer ver onde está o desvio, não uma explicação depois.
Sobre ferramentas de inteligência artificial: engenheiros e arquitetos já as usam, e o problema raramente é a ferramenta — é usá-la sem base de custos própria e sem memória de cálculo, o que produz números convincentes e errados. É esse o trabalho que fazemos aqui.
O custo-hora, antes de tudo o resto
Quase todas as empresas de obra conseguem dizer quanto paga ao trabalhador. Quase nenhuma consegue dizer quanto custa uma hora dele à empresa, com encargos, ausências e tempo improdutivo lá dentro. Enquanto esse número não existir, o orçamento é um palpite bem apresentado — e é a primeira coisa que o diagnóstico mede numa empresa de construção.
O que costumam perguntar
Trabalham com empresas de que dimensão?
Tipicamente de 3 a 50 pessoas. Abaixo disso o caminho é uma peça avulsa — quase sempre a folha de ponto ou o orçamento — em vez de um pack.
Já uso um ERP de construção. Isto encaixa?
Depende do que o ERP faz e do que ficou por fazer. Na prática, o que costuma falhar não é o software: é não haver base de custos própria nem custo-hora real, e isso nenhum ERP resolve sozinho.
Qual é a diferença entre o RADAR e o COTA?
O COTA é para orçamentar: composições, mapas de quantidades e memória de cálculo. O RADAR é para o dia a dia da obra e da equipa: horas, custos imputados e controlo. Um trata do número antes da obra, o outro do que acontece durante.
O encarregado não é de tecnologias. Isto vai pegar?
É o teste que importa, e por isso desenhamos para ele: registo em poucos toques no telemóvel, sem formação longa. Se a peça não sobreviver ao encarregado, não está instalada.
Fazem isto só online?
A instalação faz-se online e funciona. Quando é preciso estar no estaleiro para validar o registo de horas ou a medição, desloca-se — e essa deslocação orçamenta-se à parte.
Dez distritos, instalação online
Não é preciso ninguém no escritório do cliente para instalar — é preciso um caso verdadeiro da sua empresa e um responsável do vosso lado. Temos páginas próprias para os dez distritos de maior concentração de PME:
Lisboa · Porto · Setúbal · Braga · Aveiro · Leiria · Santarém · Coimbra · Faro · Viseu
Conte-nos como é hoje
Respondemos em 24 horas úteis com a triagem de 2 minutos. Se este não for o seu maior gargalo, dizemos isso e indicamos o que faria mais sentido — é mais barato para os dois.