Consultoria de gestão que instala o sistema
Em seis semanas: primeiro medimos onde se perdem as horas, depois instalamos processo e automações nos cinco eixos do negócio, e por fim montamos a cadência semanal que faz aquilo durar sem consultor presente. Não entregamos relatórios — entregamos o sistema a funcionar e a equipa treinada.
O que muda na operação
Gestores que se tornaram o gargalo da própria empresa
PME portuguesas com 3 a 50 pessoas cujo dono trabalha mais do que a equipa e continua sem visibilidade; que confundem faturação com lucro; que perdem negócio por lentidão de resposta e não por preço. Setores frequentes: construção e remodelação, especialidades, engenharia e arquitetura, serviços técnicos e comércio B2B.
Não é para si se quer um robô que faça tudo sem mexer no processo, ou se não tem uma pessoa disponível para operar o que for instalado. Dizemos isto na primeira conversa, não na quarta.
Os 5 Eixos — e o que fica a correr em cada um
O diagnóstico escolhe cinco a oito automações destes eixos. Cada uma tem ficha própria: o que faz, como se usa, quem é o dono e o que fazer quando falha.
Motor comercial
De um briefing — email, mensagem ou base — sai o semáforo de encaixe no perfil de cliente, a proposta, a cadência de follow-up e o quadro comercial atualizado. Nenhum contacto termina sem próxima ação e data.
Conteúdo, emails e briefings prontos
Prepara o material e liga o pedido ao sistema comercial com a origem identificada. É aqui que vivem a captação e o CRM. Investir e gerir campanhas de tráfego pago é contratação à parte — dizemo-lo antes, não depois.
Fecho mensal e painel de decisão
As faturas que chegam ao email e o extrato transformam-se no dossier para o contabilista e num painel: curva ABC, Pareto de custos, IVA, IRC, ponto de equilíbrio e fundo de maneio. Organiza para decidir — não substitui o contabilista.
O trabalho que a empresa entrega
Planeamento, registo de horas e deteção do que foge ao previsto. Onboarding de colaborador com ficha de função e plano de 30 dias. Na construção acresce o relatório semanal de obra, com trabalhos a mais para aprovação escrita e curva S real.
Triagem de email e calendarização
O que chega ao geral é encaminhado por departamento e as respostas ficam numa fila de aprovação — nada sai sem o seu OK. Eventos com lembrete a partir das ações registadas, atas de uma página e o resumo do dia.
Relatório semanal de gestão
Uma página às segundas de manhã, construída a partir do que os eixos produziram, e o guião da reunião de trinta minutos. É a peça que junta tudo e a que faz o sistema durar depois de sairmos.
Na construção existem ainda três peças específicas: orçamento de obra com composições e mapa de compras, relatório semanal de obra e auto de medição com a conta da obra — as mesmas que sustentam o COTA e o RADAR.
Diagnóstico, sistema, cadência
Capacidade real: três empresas em setup em simultâneo. Quando os lugares estão cheios, entra-se em lista de espera com data — é a única escassez que publicamos.
Diagnóstico · semanas 1 e 2
Inventário das tarefas repetitivas com tempo, dono e ferramenta. Sai um mapa de gargalos com as dez tarefas que mais custam horas por mês, quantificadas com os seus números, e os critérios de sucesso fixados por escrito.
Sistema · semanas 3 e 4
Desenho e documentação do processo de cada gargalo aprovado e instalação de cinco a oito automações distribuídas pelos eixos. Cada uma testada com um caso real seu.
Cadência · semanas 5 e 6
Treino da equipa, rotina semanal de gestão montada — indicadores, dono por processo, próxima ação com data — e ritual mensal de melhoria. Entrega do dossier completo.
O que não fazemos
- Não substituímos pessoas nem funções: instalamos ferramentas que a sua equipa opera.
- Não gerimos campanhas de tráfego pago como serviço incluído — isso é contratação à parte.
- Não fazemos contabilidade nem aconselhamento fiscal ou jurídico: organizamos a informação para si e para o seu contabilista.
- Não automatizamos uma confusão: tarefa sem volume e sem regra estável fica documentada como processo manual.
- Não prometemos resultados financeiros. Prometemos mecanismo, processo e medição.
O que nos perguntam sempre
Quanto custa?
O primeiro passo é uma reunião de diagnóstico paga, creditada a 100% no setup se avançar. O setup é um valor único e o acompanhamento mensal é opcional, sem fidelização. Os valores em vigor vão na proposta, depois de vermos a operação — não vendemos pacote antes de olhar.
Quanto tempo demora?
Seis semanas: duas de diagnóstico, duas de instalação do sistema e duas de treino e cadência. Cada perna tem critério de saída — não se avança sem ele.
Trabalham na minha zona?
Todo o Portugal continental, com foco em Lisboa, Setúbal, Porto, Braga e Coimbra. A entrega é online por princípio, porque é assim que se consegue ritmo semanal. Sessões presenciais só se a empresa as quiser, com custos orçamentados e aceites antes.
A minha empresa é pequena de mais?
Trabalhamos com equipas de 3 a 50 pessoas. Abaixo disso, muitas vezes a resposta certa não somos nós — e dizemos isso na triagem em vez de lhe vender um projeto que não se paga.
Quem opera aquilo depois?
Uma pessoa da sua equipa, nomeada no arranque, com duas a três horas por semana durante o setup. Não trabalhamos sem operador do lado do cliente: sistema sem dono volta ao ponto de partida em dois meses.
E se eu quiser sair?
O acompanhamento mensal não tem fidelização; sai com 30 dias de pré-aviso. Tudo o que foi instalado e documentado fica consigo — processos, automações e dossier.
Por distrito
Entrega online por princípio, em todo o Portugal continental. Estas páginas dizem o que muda em cada distrito — o tecido económico não é igual em Braga e em Setúbal, e as dores também não.
Lisboa
Serviços e concorrência por pessoas: cada hora repetitiva custa mais caro.
Ver →Setúbal
Indústria, logística e construção, com empresas familiares em transição.
Ver →Porto
Subcontratação e exportação: margem apertada e cadeia longa.
Ver →Braga
Tecido industrial jovem a crescer mais depressa do que a organização.
Ver →Coimbra
Serviços técnicos e base científica, com o método por documentar.
Ver →O primeiro passo são dois minutos.
Responda a seis perguntas e dizemos-lhe, sem rodeios, se faz sentido avançar — e por onde. Se não fizer, dizemos isso também.