Consultoria de gestão para PME em Lisboa
Em Lisboa o problema raramente é falta de procura — é a operação não aguentar a procura que já existe. A BHADS instala o sistema de gestão dentro da empresa em seis semanas: processo escrito, automações a correr nos cinco eixos e uma cadência semanal que funciona sem consultor presente.
Porque é que aqui dói assim
Lisboa concentra serviços, sedes e concorrência por pessoas. Duas consequências práticas: a folha salarial é mais cara, portanto cada hora perdida em trabalho repetitivo custa mais do que noutro distrito; e a rotatividade é maior, o que castiga quem tem o processo na cabeça de duas pessoas em vez de o ter escrito.
Cresce o volume, não a margem
Mais pedidos, mais gente, e o resultado do ano não acompanha. Quase sempre é o custo indireto a comer a diferença — e ninguém o vê porque não está separado por trabalho.
A empresa depende de quem sabe
Quando sai a pessoa que trata das propostas ou do fecho, sai o processo com ela. Em Lisboa, com a rotatividade que há, isso deixa de ser um risco teórico.
Resposta lenta perde negócio
O cliente pede a três fornecedores na mesma manhã. Quem responde em duas horas não compete com quem responde em dois dias — compete com quem já assinou.
Os 5 Eixos, em seis semanas
Online por princípio, presencial quando faz falta
A entrega é online porque é o que permite ritmo semanal — e o ritmo é metade do resultado. Sessões presenciais em Lisboa são possíveis sempre que a empresa as quiser, com deslocação, estadia e tempo orçamentados e aceites antes da marcação. Nunca aparecem na fatura por surpresa.
Capacidade real: três empresas em setup em simultâneo, em todo o país. Quando os lugares estão cheios, entra-se em lista de espera com data.
O que nos perguntam por aqui
Trabalham presencialmente em Lisboa?
Sim, quando faz falta. A entrega é online por princípio, porque é o que permite ritmo semanal, mas em Lisboa a deslocação é simples e as sessões de arranque e de fecho podem ser presenciais, com os custos orçamentados antes.
A minha empresa é de serviços, não de obra. Serve?
Serve. O RADAR e o COTA são para a construção; a consultoria aplica-se a PME de qualquer setor — serviços técnicos, comércio B2B, engenharia, escritórios profissionais.
Já temos um ERP. Isto substitui?
Não. Trabalhamos por cima do que já existe: o objetivo é que a informação do ERP chegue a uma decisão semanal, não trocar de software.
Quanto tempo da minha equipa é que isto ocupa?
Uma pessoa nomeada, com duas a três horas por semana durante as seis semanas. Sem essa pessoa não arrancamos — sistema sem dono volta ao ponto de partida em dois meses.
Dois minutos, seis perguntas
Dizemos-lhe se faz sentido avançar — e por onde. Se não fizer, dizemos isso também.