Consultoria de gestão para PME em Porto
No Porto, muita empresa vive de subcontratação e de exportação: margem apertada, cadeia longa e pouca folga para erro. A BHADS instala em seis semanas o sistema que torna o custo visível a tempo de o corrigir, e a cadência semanal que o mantém assim.
Porque é que aqui dói assim
O tecido do Porto e do Grande Porto é de subcontratação industrial e de empresas que exportam. Margem apertada e cadeia de fornecedores longa significam que um desvio pequeno, detetado tarde, come o resultado de um trabalho inteiro.
O custo aparece depois do trabalho entregue
Quem trabalha para terceiros fecha preço cedo e descobre o custo tarde. Sem registo ao dia, a conta faz-se quando já não há nada a fazer.
Pedidos que se perdem entre pessoas
Email geral, WhatsApp e memória. O pedido existe, o dono não — e o cliente escolhe quem respondeu primeiro.
Fecho do mês que chega tarde de mais
Se o resultado de setembro só se conhece em novembro, setembro não se corrige. Fecha-se.
Os 5 Eixos, em seis semanas
Online por princípio, presencial quando faz falta
A entrega é online porque é o que permite ritmo semanal — e o ritmo é metade do resultado. Sessões presenciais em Porto são possíveis sempre que a empresa as quiser, com deslocação, estadia e tempo orçamentados e aceites antes da marcação. Nunca aparecem na fatura por surpresa.
Capacidade real: três empresas em setup em simultâneo, em todo o país. Quando os lugares estão cheios, entra-se em lista de espera com data.
O que nos perguntam por aqui
Trabalham com empresas que exportam?
Sim. A camada financeira lida com margem por trabalho e por cliente, independentemente do mercado. O que muda é o detalhe da moeda e dos prazos, não o método.
Trabalham presencialmente no Porto?
A entrega é online por princípio, o que mantém o ritmo semanal. Sessões presenciais são possíveis, com custos orçamentados e aceites antes da marcação.
Temos várias unidades. Isto funciona?
Funciona, desde que haja um responsável nomeado por unidade. O sistema não resolve falta de dono — torna-a visível.
Quanto tempo até vermos alguma coisa?
O mapa de gargalos com os seus números sai nas duas primeiras semanas. É a primeira coisa útil, e é o que decide o resto do trabalho.
Dois minutos, seis perguntas
Dizemos-lhe se faz sentido avançar — e por onde. Se não fizer, dizemos isso também.