Estruturar a empresa para deixar de depender de si
Seis semanas de mentoria semanal com sete automações instaladas — cinco de escritório e duas da operação — para o comercial, o marketing e a decisão passarem a funcionar sem o dono no meio.
3 lugares de setup em simultâneo — é a única escassez que publicamos. Cheios os lugares, entra-se em lista de espera com data.
Não é falta de trabalho. É a empresa caber toda numa pessoa.
Há um ponto na vida de uma PME em que instalar mais uma automação deixa de resolver. A empresa tem clientes, tem obra, tem faturação — e continua a parar todas as vezes que o dono está numa reunião, doente ou de férias. O orçamento espera por ele. A resposta ao cliente espera por ele. A decisão de comprar espera por ele.
Isso não é um problema de ferramenta. É um problema de estrutura: não existe um processo comercial que outra pessoa consiga executar, não existe um número que diga se o mês está bom ou mau antes de acabar, e não existe uma rotina que obrigue o trabalho a andar sem alguém a empurrar.
Contratar mais cedo não resolve — costuma agravar. Uma pessoa nova dentro de uma operação sem método aprende o método de quem já lá está, e o que já lá está é a improvisação do fundador.
Seis semanas a montar a estrutura, com mentoria semanal
É o trabalho mais completo da casa e o mais exigente para o cliente. Não é um curso, não é um relatório e não é acompanhamento avulso: é montar, consigo e com a sua equipa, o comercial, o marketing e o painel de decisão — e instalar as peças que os fazem funcionar depois de nós sairmos.
- Mentoria semanal, 7 horas por semana durante 6 semanas. Trabalho a sério com quem decide: posicionamento, oferta, guião comercial, tratamento de objeções, cadência de follow-up, rotina de revisão e leitura dos números.
- Cinco automações administrativas. As peças de escritório que sustentam a rotina — triagem de entrada, motor comercial, calendarização e atas, fecho financeiro com painel, relatório de gestão.
- Duas automações operacionais. As peças que calculam ou que tocam na execução, escolhidas conforme o negócio: orçamentação, mapa de quantidades, folha de ponto, relatório de trabalho — o que for o núcleo da sua operação.
- Documentação para delegar. Cada peça com a sua ficha: o que faz, quem é o dono, o que fazer quando falha. O objetivo declarado é a empresa conseguir operar sem nós — e sem depender de uma única pessoa lá dentro.
Seis semanas. Ocupa dois dos três lugares de setup disponíveis, o que significa que só existe um em curso de cada vez. A deslocação, quando é necessária, orçamenta-se à parte. O investimento fecha-se depois do diagnóstico, porque depende do que lá estiver.
Quatro sinais de que é isto e não uma automação avulsa
- — A empresa já tem receita estável e o problema não é arranjar clientes: é a operação não acompanhar.
- — Já existe mais do que uma pessoa a fazer trabalho comercial ou administrativo, e cada uma faz à sua maneira.
- — Já se tentou resolver com ferramentas — um CRM, uma folha, uma app — e nenhuma pegou, porque ninguém tinha a rotina de a usar.
- — Está a pensar contratar e não tem como saber se a receita suporta a função.
Se nenhum destes se aplica, o caminho normal é mais barato e mais rápido: uma ou duas automações avulsas, ou um dos packs. Dizemo-lo na triagem, antes de haver proposta.
O que isto não é
- — Não é gestão de redes sociais. Está fora do catálogo, por decisão.
- — Não somos o vosso departamento comercial. Montamos o processo e treinamos quem o vai executar; não fazemos as chamadas por vocês.
- — Não trabalha sem um responsável do vosso lado. São 7 horas por semana de mentoria: sem alguém que compareça e execute entre sessões, as seis semanas não chegam a lado nenhum.
- — Não começa sem diagnóstico. Nenhuma proposta da casa sai antes de um diagnóstico pago — e este é o trabalho onde essa regra mais importa.
- — Não promete um número de vendas. Instala a capacidade de vender com método e de medir o resultado. Quem vende é a empresa.
O que costumam perguntar
Quanto custa?
O investimento fecha-se depois do diagnóstico, porque o escopo operacional depende do que lá estiver. Fale connosco e dizemos o intervalo na conversa de 25 minutos, antes de haver proposta escrita.
Quanto tempo ocupa da minha semana?
São 7 horas por semana de mentoria durante 6 semanas, mais o trabalho de execução entre sessões. É o compromisso mais pesado do catálogo e não funciona a meio gás.
Porque é que só há um em curso de cada vez?
Porque ocupa dois dos três lugares de setup da casa. É uma limitação de capacidade real, publicada de propósito: preferimos dizer que há lista de espera a entregar mal duas coisas ao mesmo tempo.
Fica alguma coisa a funcionar depois de saírem?
Fica tudo: as sete automações, os acessos, a documentação de cada peça e a rotina de revisão. O critério de sucesso declarado é a empresa conseguir operar sem nós.
Isto serve para uma empresa de construção?
Serve, e é onde a parte operacional costuma pesar mais — orçamentação, mapa de quantidades, folha de ponto. Mas não é um trabalho de construção: as seis semanas são iguais num gabinete de contabilidade ou numa clínica, com peças diferentes.
E se eu quiser só a mentoria, sem as automações?
Não fazemos. A mentoria sozinha produz decisões que depois não têm onde viver, e ao fim de dois meses a empresa volta ao que fazia. É o erro que a casa existe para não repetir.
Dez distritos, instalação online
Não é preciso ninguém no escritório do cliente para instalar — é preciso um caso verdadeiro da sua empresa e um responsável do vosso lado. Temos páginas próprias para os dez distritos de maior concentração de PME:
Lisboa · Porto · Setúbal · Braga · Aveiro · Leiria · Santarém · Coimbra · Faro · Viseu
Conte-nos como é hoje
Respondemos em 24 horas úteis com a triagem de 2 minutos. Se este não for o seu maior gargalo, dizemos isso e indicamos o que faria mais sentido — é mais barato para os dois.