Comércio e serviços locais: ganha quem responde primeiro
O cliente local pergunta a três sítios e decide em duas horas. Trabalhamos as três coisas que decidem isso: ser encontrado, responder depressa e guardar quem já comprou.
3 lugares de setup em simultâneo — é a única escassez que publicamos. Cheios os lugares, entra-se em lista de espera com data.
Não se perde para o melhor. Perde-se para o primeiro a responder.
Numa oficina, numa loja, num salão, numa empresa de serviços ao domicílio, o cliente decide em duas horas e pergunta a três sítios. Ganha quem responde primeiro — não quem trabalha melhor. Isto é desconfortável de ouvir e é o que acontece todos os dias.
O segundo problema vem antes: não ser encontrado. Quem procura «oficina perto de mim» ou «canalizador em Setúbal» vê primeiro fichas do Google, não sites. Uma ficha desatualizada — horário errado, sem fotos, sem resposta a avaliações — custa clientes que nunca chegaram a ligar, e por isso nunca foram contados.
O terceiro é o mais silencioso: quem já comprou não volta a ser contactado. A lista de clientes existe na cabeça, no telemóvel e no caderno, e não existe em lado nenhum de onde se possa mandar uma mensagem.
A ordem certa: ser encontrado, responder depressa, guardar quem já comprou
A ficha do Google antes do site
Para um negócio local, o Perfil de Empresa do Google pesa mais do que o site — categoria certa, horários verdadeiros, fotos reais, avaliações respondidas. É a peça mais barata e a que mexe mais depressa.
Uma página que peça o pedido
Não um catálogo: uma página por serviço, com o preço ou o intervalo quando é possível dizê-lo, e um formulário curto. Quem já decidiu não quer ler a história da empresa.
Um sítio só para os pedidos
Telefone, mensagem e formulário a acabar no mesmo lado, com a origem identificada. Sem isto não se sabe que esforço trouxe clientes — e continua-se a pagar por tudo.
A lista de quem já comprou
É o ativo mais barato do negócio e quase sempre o mais mal tratado. Uma lista limpa vale mais do que uma campanha nova.
O negócio local joga num tabuleiro estreito
- — O mercado é um raio, não um país. Tudo — site, ficha, campanha — se desenha para um concelho e para quem se desloca até lá. Anunciar para fora do raio é comprar cliques que nunca vão entrar pela porta.
- — A velocidade vale mais do que a apresentação. Um site simples que responde em minutos ganha a um site bonito que responde amanhã.
- — Quem atende é quem vende. Não há departamento comercial: há a pessoa ao balcão ou ao telefone. Qualquer processo tem de caber no que essa pessoa consegue fazer entre dois clientes, ou não é seguido.
- — As avaliações são o comercial que trabalha de noite. Pedir avaliação a quem ficou satisfeito é uma rotina, não uma campanha — e é das poucas coisas que compõem resultado sem gastar em anúncios.
Três perguntas antes de gastar um euro em anúncios
Quantos pedidos entraram no mês passado, por que canal, e quantos ficaram sem resposta no próprio dia. Quem não tem estas três respostas não deve pôr dinheiro em tráfego pago — mandar mais gente para um sítio que não converte é a forma mais cara de descobrir que o problema não era o tráfego.
O que costumam perguntar
Preciso mesmo de site, ou chega a ficha do Google?
Para começar, a ficha do Google costuma render mais depressa. O site entra quando é preciso explicar serviços, mostrar preço e receber pedidos com origem identificada — é aí que deixa de ser um cartão de visita.
Quanto custa um site destes?
Depende do âmbito: uma página única não é o mesmo que um site com uma página por serviço. Fale connosco e dizemos o intervalo na conversa de 25 minutos, a partir do que o negócio precisa.
Vale a pena anunciar com um orçamento pequeno?
Só depois de os pedidos que já chegam serem respondidos no próprio dia. Se há pedidos a ficar sem resposta, anunciar aumenta o desperdício em vez da receita.
Trabalham com restauração, oficinas e salões?
Sim — e também com serviços ao domicílio. O problema operacional é o mesmo: ser encontrado no raio certo, responder primeiro e voltar a falar com quem já comprou.
O domínio fica em nome de quem?
Do cliente, sempre. Registamos e configuramos, mas o domínio e os acessos são da empresa. É regra da casa e não se negoceia.
Dez distritos, instalação online
Não é preciso ninguém no escritório do cliente para instalar — é preciso um caso verdadeiro da sua empresa e um responsável do vosso lado. Temos páginas próprias para os dez distritos de maior concentração de PME:
Lisboa · Porto · Setúbal · Braga · Aveiro · Leiria · Santarém · Coimbra · Faro · Viseu
Conte-nos como é hoje
Respondemos em 24 horas úteis com a triagem de 2 minutos. Se este não for o seu maior gargalo, dizemos isso e indicamos o que faria mais sentido — é mais barato para os dois.