O diagnóstico: medir onde se perde o tempo antes de automatizar seja o que for
Uma sessão, dois documentos com os seus números e uma decisão por escrito — instalar, corrigir o processo primeiro, ou não avançar. 120 € + IVA, creditados a 100% no trabalho seguinte.
3 lugares de setup em simultâneo — é a única escassez que publicamos. Cheios os lugares, entra-se em lista de espera com data.
Quase ninguém sabe quanto custa o trabalho que se repete
A maior parte dos gestores de PME consegue dizer quanto fatura e quanto paga de ordenados. Quase nenhum consegue dizer quantas horas por mês a empresa gasta a passar informação de um sítio para o outro, a repetir emails iguais, a conferir o que já foi conferido.
Sem esse número, qualquer decisão sobre automatizar é um palpite — e a maior parte dos palpites automatiza aquilo de que o dono se lembra, não aquilo que custa mais. O diagnóstico existe para substituir a memória por uma medição.
É também o filtro. Ao fim do diagnóstico há três saídas possíveis, e duas delas não são uma venda: instalar, corrigir primeiro o processo à mão (porque não se automatiza uma confusão), ou não fazer nada, porque o ganho não paga o esforço. Dizemos qual é das três.
Uma sessão, duas peças, os seus números
É o único preço que publicamos, e é de propósito: o diagnóstico é a peça que se decide sem reunião. O que vem a seguir depende do que o diagnóstico encontrar, e por isso orçamenta-se depois — nunca antes.
Os dois documentos que ficam consigo
- Inventário de tarefas repetitivas. Cada tarefa que se repete com regra estável, com quanto tempo leva, quantas vezes por mês, quem a faz e em que ferramenta. É uma tabela, não um relatório — serve para decidir, e serve para medir outra vez daqui a três meses.
- Mapa de Gargalos. Onde o trabalho para à espera de alguém. Normalmente há um nome que aparece em quase todas as linhas, e quase sempre é o do dono. É a peça que transforma «ando cheio de trabalho» em «estes quatro passos passam por mim e não precisavam».
- A ordem de ataque. Não é uma lista de desejos: é a sequência, com o que entra primeiro e porquê — quase sempre pelo que tem mais volume e regra mais estável, não pelo que é mais vistoso.
Tudo fica consigo, em ficheiro seu, com ou sem trabalho a seguir. Se decidir não avançar, leva os documentos na mesma — foi por isso que pagou.
Duas pessoas e uma hora e meia
O diagnóstico não se faz sobre a empresa que devia existir. Faz-se sobre a que existe — e isso obriga a ter à mesa quem realmente faz o trabalho.
Quem decide
Normalmente o dono ou o gerente. É quem pode dizer «isto muda» e quem conhece os números de receita e de custo.
Quem executa
A administrativa, o encarregado, a rececionista — a pessoa que faz a tarefa todos os dias. Sem ela o inventário sai errado, porque o tempo real de uma tarefa nunca é o tempo que o dono julga que ela leva.
O que estiver à mão
Não é preciso preparar nada. Ajuda ter acesso ao email, ao sítio onde guardam ficheiros e a um exemplo verdadeiro de cada tarefa — uma fatura, uma proposta, um mapa de horas.
O que isto não é
- — Não é uma apresentação comercial disfarçada. Se a conclusão for que não compensa, é essa a conclusão que escrevemos.
- — Não é uma auditoria de contas. Não revemos a contabilidade nem substituímos o contabilista.
- — Não é um plano estratégico. Mede o trabalho que se repete; não decide para onde vai a empresa.
- — Não inclui instalação. Instalar é o passo seguinte, e é orçamentado a partir do que o diagnóstico encontrar.
- — Não serve para quem não tem quem opere. Um sistema precisa de uma pessoa com duas a três horas por semana. Se essa pessoa não existe, dizemo-lo antes de cobrar.
Dois passos, e nenhum deles custa dinheiro
Triagem de 2 minutos
Uma chamada curta para confirmar se há encaixe. Se não houver, fica-se por aqui e ninguém perde a manhã.
Conversa de 25 minutos
Onde dói, o que já tentou e o que aconteceu. Nunca passa dos 25 minutos — é uma regra da casa, não uma figura de estilo.
Diagnóstico
Só depois, e só se fizer sentido para os dois.
O que costumam perguntar
Quanto custa o diagnóstico?
120 € + IVA, numa sessão. O valor credita a 100% no trabalho seguinte, se o houver, dentro de 90 dias. Na prática, quem avança não paga o diagnóstico duas vezes.
E se no fim decidir não avançar?
Fica com o inventário de tarefas e o mapa de gargalos na mesma, em ficheiro seu. São documentos que servem a empresa com ou sem a BHADS — inclusive para pedir orçamento a outra pessoa.
Quanto tempo demora?
A sessão é de cerca de hora e meia. Os documentos ficam prontos a seguir, sem nova reunião. Não há um mês de espera por um relatório.
Tem de ser presencial?
Não. Faz-se online e funciona bem assim. Quando há trabalho de obra ou de estaleiro envolvido, a deslocação é possível e orçamenta-se à parte.
Preciso de preparar alguma coisa?
Não. Basta terem à mesa quem decide e quem executa a tarefa, e conseguirem mostrar um exemplo verdadeiro de cada trabalho repetitivo — uma fatura, uma proposta, um mapa de horas.
Isto serve para uma empresa de um ou dois sócios?
Serve para perceber onde está o tempo, mas o passo seguinte costuma não ser um pack. Nesses casos o caminho normal é uma automação avulsa, e dizemo-lo no fim do diagnóstico.
Funciona para o meu setor?
As tarefas mudam de nome e o método não muda. O fecho do mês de um gabinete de contabilidade, a folha de ponto de uma obra e a confirmação de marcações de uma clínica são o mesmo problema com vocabulário diferente.
Dez distritos, instalação online
Não é preciso ninguém no escritório do cliente para instalar — é preciso um caso verdadeiro da sua empresa e um responsável do vosso lado. Temos páginas próprias para os dez distritos de maior concentração de PME:
Lisboa · Porto · Setúbal · Braga · Aveiro · Leiria · Santarém · Coimbra · Faro · Viseu
Conte-nos como é hoje
Respondemos em 24 horas úteis com a triagem de 2 minutos. Se este não for o seu maior gargalo, dizemos isso e indicamos o que faria mais sentido — é mais barato para os dois.