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GAP · Linha A — Obra

Orçamentos de obra com a sua base de custos, não com a memória de quem os faz

Montamos a sua base de custos — rendimentos, custo-hora real, materiais, composições — e o motor que a usa para produzir orçamentos com a decomposição à vista e o chão do desconto calculado. Deixa de se orçamentar à noite, por memória, e passa a haver um número que se consegue defender à frente do cliente.

3 lugares de setup em simultâneo — é a única escassez que publicamos. Cheios os lugares, entra-se em lista de espera com data.

O problema

O orçamento sai à noite, e é aí que a margem se perde

Um orçamento de obra leva horas — muitas vezes seis, dez, dezasseis — e faz-se depois do dia de trabalho, com o cansaço todo. Nessas horas decide-se o preço de meses de obra.

O que costuma faltar não é rapidez: é uma base de custos que seja sua. Rendimentos, custo-hora real da equipa, preços de fornecedor atualizados, composições que reflitam a forma como a sua empresa executa. Sem isso, orçamenta-se por memória e por comparação com o vizinho — e a memória não sabe que o material subiu.

E há um custo invisível: os orçamentos que não se chegam a fazer. Quem demora uma semana a responder perde obras para quem responde em dois dias, sem nunca saber que as perdeu.

O que se instala

Automação 07 · Orçamento de Obra

É uma peça operacional: calcula, e por isso exige montar e validar consigo uma base antes de funcionar. É a mais pesada de instalar da Linha A — e é a que mais devolve, porque tudo o resto na obra depende do número que ela produz.

  • A base de custos, sua. Custo-hora real da equipa, rendimentos, materiais, equipamento e composições — montada consigo e atualizável por si.
  • Orçamento com composições à vista. Cada artigo decomposto em material, mão de obra e equipamento, com o rendimento assumido visível. Nada aparece sem se saber de onde vem.
  • O chão do desconto. Até onde pode descer sem entrar em prejuízo — calculado, não estimado ao telefone com o cliente à espera.
  • Comparador de fornecedores e mapa de compras, para saber o que comprar, a quem, e quanto isso muda o resultado da obra.
  • A ficha de operação e o teste real. Uma página com o que faz, quem é o dono e o que fazer quando falha — e um orçamento verdadeiro da sua empresa feito à nossa frente, por quem o vai operar. Se esse teste não passar, não está instalado.

Quando a empresa orçamenta com volume, a peça que costuma entrar é o COTA, o produto da casa para orçamentação com memória de cálculo rastreável. Quando o que falta é só a base e o método, instala-se a automação e mantém-se a ferramenta que já existe. Essa decisão sai da conversa, não de um catálogo.

A peça irmã

Automação 11 · Cotação de tabelas

Quem responde a mapas de quantidades conhece isto: dois dias a pedir preços por email, a esperar, a copiar valores para a tabela, e a descobrir no fim que dois fornecedores cotaram unidades diferentes.

A cotação de tabelas trata a recolha e a atualização: o pedido sai uniformizado, as respostas entram na mesma grelha, e a tabela fica pronta para valorizar. É também operacional, e também termina ligada à sua base de custos — é a mesma base que o orçamento usa.

É a automação que já foi vendida e instalada uma vez. Não é promessa nem desenho: existe.

Honestidade

O que isto não é

  • Não orçamentamos as suas obras. Instalamos o motor e a base; quem orçamenta continua a ser a sua empresa.
  • Não inventamos preços. A base nasce dos seus números e dos seus fornecedores. Onde faltar um dado, fica assinalado como falta — nunca preenchido com uma média.
  • Não é projeto nem medição técnica. Estabilidade, especialidades e conformidade regulamentar são de quem assina o projeto.
  • Não funciona sem a base. Se não houver tempo para uma sessão de levantamento e uma de validação, não avançamos — seria montar um motor sem combustível.
  • Não se instala sem volume. Com dois orçamentos por ano, o processo escrito à mão resolve. Dizemo-lo antes de faturar.
Do primeiro contacto ao preço

Três passos até ter um número por escrito

  1. Triagem de 2 minutos

    Quantas obras em simultâneo, como se faz hoje e para quando precisa. Se não fizer sentido, fica-se por aqui.

  2. Conversa de 25 minutos

    Vemos o percurso atual do número — de onde vem, quem o faz e onde se perde. É daqui que sai a decisão de instalar, de usar o produto, ou só de documentar.

  3. Diagnóstico — 120 € + IVA

    Inventário das tarefas repetitivas com tempo, dono e ferramenta, e o Mapa de Gargalos com os seus números. Credita 100% no trabalho seguinte. É o único preço que publicamos.

Perguntas diretas

O que costumam perguntar

Quanto tempo leva a montar a base de custos?

Uma sessão de levantamento e uma de validação, dentro das duas a três semanas de instalação. O que faz variar não é o nosso trabalho: é o estado em que a informação está do lado da empresa. Se os preços de fornecedor e os rendimentos estiverem dispersos por emails e cadernos, a sessão de levantamento é mais longa — e isso diz-se na proposta, não se descobre a meio.

Já uso um programa de orçamentação. Isto substitui?

Nem sempre, e não é o objetivo. O programa calcula; o que costuma faltar é a base de custos própria por trás dele e o método de a manter atualizada. Trabalhamos sobre o que já existe sempre que faz sentido. Quando a ferramenta é mesmo o problema, a alternativa da casa é o COTA — mas isso sai da conversa, com o seu caso à frente.

O que é o chão do desconto?

É o valor abaixo do qual aquele orçamento deixa de dar margem. Calcula-se a partir da composição real, não de uma percentagem aplicada por hábito. Serve para uma coisa muito concreta: quando o cliente pede desconto ao telefone, saber de cabeça até onde pode ir — e onde tem de dizer que não.

Isto serve para quem só faz remodelação?

Serve, e às vezes melhor: em remodelação a variabilidade é maior e o erro de orçamento nota-se mais depressa. O que muda é a base — as composições de uma empresa de remodelação não são as de uma construtora de obra nova.

E se eu não tiver os rendimentos medidos?

Começa-se com valores de referência assinalados como tal, e substituem-se pelos seus à medida que as obras passam. O que não se faz é apresentar um valor de referência como se fosse medido na sua empresa — a origem de cada parcela fica sempre à vista.

Quem opera isto depois?

Uma pessoa da empresa, nomeada, com duas a três horas por semana durante a instalação. Não trabalhamos sem operador do lado do cliente: sistema sem dono volta ao ponto de partida em dois meses.

Onde trabalhamos

Dez distritos, instalação online

Não é preciso ninguém no estaleiro para instalar — é preciso um caso verdadeiro da sua empresa e um responsável do vosso lado. Temos páginas próprias para os dez distritos de maior concentração de PME:

Lisboa · Porto · Setúbal · Braga · Aveiro · Leiria · Santarém · Coimbra · Faro · Viseu

Próximo passo

Conte-nos como é hoje

Respondemos em 24 horas úteis com a triagem de 2 minutos. Se este não for o seu maior gargalo, dizemos isso e indicamos o que faria mais sentido — é mais barato para os dois.

Usamos estes dados para lhe responder ao pedido e registá-los no nosso CRM com a origem deste formulário. Não o inscrevemos em nenhuma lista de emails nem usamos os seus dados para publicidade. Ver a política de privacidade.