Consultoria de gestão para PME em Santarém
O Ribatejo é agroalimentar, agricultura e pecuária, logística no eixo da A1 e metalomecânica — negócios com sazonalidade forte, muita mão de obra variável e margem que muda de lote para lote. A BHADS instala em seis semanas o sistema que mostra onde se ganha e onde se perde antes do fecho do ano, não depois.
Porque é que aqui dói assim
Em Santarém a dificuldade não costuma ser vender: é saber quanto sobrou. Campanhas concentradas em poucos meses, custos que variam com o clima e com o transporte, e equipas que crescem e encolhem ao longo do ano.
Um ano que se joga em três meses
A campanha concentra faturação e custo no mesmo trimestre. Sem previsão de tesouraria, o mês bom paga o mês mau tarde de mais.
Margem por lote, não por empresa
A conta do ano diz que houve lucro. Não diz qual a cultura, o lote ou o cliente que o deu — nem qual o que o comeu.
Mão de obra que entra e sai
Trabalho temporário e sazonal multiplica o registo de horas e o erro. Feito à mão, o custo real só se sabe no fim.
Os 4 Eixos, em seis semanas
Online por princípio, presencial quando faz falta
A entrega é online porque é o que permite ritmo semanal — e o ritmo é metade do resultado. Sessões presenciais em Santarém, no Cartaxo ou na Azambuja são possíveis sempre que a empresa as quiser, com deslocação e tempo orçamentados e aceites antes da marcação. Nunca aparecem na fatura por surpresa.
Capacidade real: três empresas em setup em simultâneo, em todo o país. Quando os lugares estão cheios, entra-se em lista de espera com data.
O que nos perguntam por aqui
Trabalham com empresas agrícolas e agroalimentares?
Sim, na parte de gestão: custo por lote ou por campanha, margem, tesouraria, registo de horas e processo comercial. Não damos aconselhamento agronómico nem técnico de produção — isso é de quem percebe da cultura.
A sazonalidade não estraga qualquer sistema de gestão?
Estraga os que assumem meses iguais. O que instalamos conta o ano pela campanha e não pelo calendário, e a previsão de tesouraria é feita com os seus picos — não com uma média que nunca acontece.
Temos trabalhadores temporários. Como se controla o ponto?
Com registo digital simples, feito onde o trabalho acontece, e com validação semanal por um responsável. É o mesmo mecanismo que usamos em obra — muda a nomenclatura, não o princípio.
Trabalham presencialmente em Santarém?
A entrega é online por princípio. A deslocação é possível e orçamenta-se antes da marcação.
Dois minutos, seis perguntas
Dizemos-lhe se faz sentido avançar — e por onde. Se não fizer, dizemos isso também.