O método é o mesmo. O vocabulário não.
Um fecho do mês num gabinete de contabilidade, uma folha de ponto numa obra e a confirmação de marcações numa clínica são o mesmo problema com palavras diferentes. O que muda de setor para setor são as tarefas, os prazos e os números — e é isso que está nestas páginas.
Onde já temos material a sério
Só escrevemos uma página de setor quando há trabalho real por trás — tarefas medidas, peças instaladas ou produto próprio. É por isso que são quatro e não vinte: uma página por setor com o nome trocado e o texto igual não ajuda ninguém a decidir, e os motores de busca tratam-na pelo que ela é.
Construção e obra
Custo-hora real, custo imputado à obra e margem no fecho. O único setor onde temos produto próprio.
Ver a página →Gabinetes de contabilidade
Receção de documentos, fecho do mês, relatório ao cliente e onboarding — o que come a primeira semana.
Ver a página →Clínicas e consultórios
Faltas sem aviso, marcações em três canais e doentes que não voltam. Dados de saúde mudam o desenho.
Ver a página →Comércio e serviços locais
Ser encontrado no raio certo, responder primeiro e guardar quem já comprou.
Ver a página →A elegibilidade não é setorial
Trabalhamos com PME portuguesas de 5 a 50 pessoas dirigidas pelo dono. O que decide se conseguimos ajudar não é a atividade — é haver tarefas que se repetem com regra estável, alguém disponível duas a três horas por semana para operar o sistema, e vontade de mexer no processo e não só na ferramenta.
Advogados, solicitadores, empresas de manutenção, transportes, agências, escolas de condução, ginásios — a lista não acaba, e não é por não terem página que ficam de fora. A triagem de dois minutos responde a isso melhor do que qualquer lista.