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GAP · Linha A — Obra

Saber como está a obra enquanto ela ainda anda, não no fecho de contas

O encarregado reporta em dez minutos por semana. Do outro lado sai o relatório para o dono de obra, os trabalhos a mais registados para aprovação escrita, e a comparação entre o orçamentado e o que já se gastou — com o desvio a aparecer a tempo de se corrigir naquela obra, e não só na próxima.

3 lugares de setup em simultâneo — é a única escassez que publicamos. Cheios os lugares, entra-se em lista de espera com data.

O problema

Só se sabe se a obra deu lucro quando já não há nada a fazer

O orçamento fica feito, a obra arranca, e durante semanas ninguém compara o que está a ser gasto com o que foi orçamentado. A conta fecha-se no fim — e no fim já não se corrige nada naquela obra. Corrige-se, na melhor das hipóteses, na próxima.

Pelo meio há dois buracos que quase todas as empresas têm e poucas medem. O primeiro são as horas sem obra associada: sabe-se quanto se gastou em salários no mês, não se sabe qual foi a obra que os comeu. O segundo são os trabalhos a mais que não se cobram — executa-se o extra, combina-se de boca, e no fim ninguém consegue provar o que foi pedido.

Se quiser saber se isto lhe acontece, há uma pergunta que responde sozinha: quanto deixou de cobrar em extras na última obra? Quem tem o problema responde sem hesitar.

O que se instala

Automação 08 · Relatório semanal de obra

O encarregado reporta em cerca de dez minutos. Do outro lado sai o relatório para o dono de obra, os trabalhos a mais preparados para aprovação escrita, e a comparação entre o que estava orçamentado e o que já foi gasto.

  • Relatório para o dono de obra, semanal e no mesmo formato. O valor está na comparação de semana para semana, e essa só existe se o relatório sair sempre.
  • Trabalhos a mais com rasto. Ficam registados com data, descrição e valor, e seguem para aprovação escrita antes de serem executados. É a diferença entre cobrar e discutir.
  • Orçamentado contra real, com o desvio a aparecer enquanto a obra ainda anda.
  • A ficha de operação e o teste real. Uma semana verdadeira de uma obra sua, processada à nossa frente por quem a vai operar. Sem esse teste passar, não está instalada.

Quando há obra a sério a correr, a peça que costuma entrar é o RADAR, o produto da casa para gestão de obra em tempo real — custo real, ponto digital da equipa e alertas de desvio de orçamento. Quando o que falta é só a cadência e o registo, instala-se a automação e mantém-se o que já existe.

Onde o dinheiro fecha o ciclo

Auto de medição e faturação

Depois do relatório de obra a correr algumas semanas, há realizado acumulado suficiente para a peça seguinte: o auto de medição. Junta o que foi executado, o contrato e os trabalhos a mais já aprovados, e produz o auto pronto a faturar — mais a conta da obra e os alertas de dinheiro parado.

Instala-se depois, e de propósito: montá-la no arranque é montá-la sem matéria-prima. Um auto que sai a tempo é caixa que entra mais cedo — e é a peça que fecha o ciclo entre orçamentar, executar e receber.

O outro lado deste ciclo são as horas: veja a folha de ponto de obra, que é o que faz o custo de mão de obra chegar já imputado à obra certa. E o princípio dele é o orçamento — sem um número de partida defensável, não há desvio que signifique alguma coisa.

Honestidade

O que isto não é

  • Não é fiscalização de obra. Não assumimos direção nem fiscalização técnica — organizamos a informação de custo e de execução para quem o faz.
  • Não funciona sem o encarregado. São dez minutos por semana da pessoa que está no terreno. Sem esse reporte, o relatório sai vazio e o desvio não aparece.
  • Não inventa o realizado. O que não for reportado não entra — e o relatório diz o que falta em vez de estimar.
  • Não é contabilidade. Prepara informação para si e para o seu contabilista; não o substitui.
  • Não se instala numa obra só. Com uma obra de cada vez e três pessoas, uma folha bem feita resolve. Dizemo-lo antes de faturar.
Do primeiro contacto ao preço

Três passos até ter um número por escrito

  1. Triagem de 2 minutos

    Quantas obras em simultâneo, como se faz hoje e para quando precisa. Se não fizer sentido, fica-se por aqui.

  2. Conversa de 25 minutos

    Vemos o percurso atual do número — de onde vem, quem o faz e onde se perde. É daqui que sai a decisão de instalar, de usar o produto, ou só de documentar.

  3. Diagnóstico — 120 € + IVA

    Inventário das tarefas repetitivas com tempo, dono e ferramenta, e o Mapa de Gargalos com os seus números. Credita 100% no trabalho seguinte. É o único preço que publicamos.

Perguntas diretas

O que costumam perguntar

Quanto tempo leva ao encarregado, por semana?

Cerca de dez minutos, e é de propósito: qualquer coisa que exija mais do que isso deixa de ser feita à terceira semana. O reporte é curto e estruturado — o que avançou, o que atrasou, o que foi executado a mais e o que falta decidir.

Como é que isto faz cobrar os trabalhos a mais?

Dando-lhes rasto. Cada trabalho a mais fica registado com data, descrição e valor, e segue para aprovação escrita antes de ser executado. A maior parte dos extras não cobrados não se perde por má-fé: perde-se porque foi combinado de boca e no fim ninguém consegue provar o que foi pedido.

Já uso um software de gestão de obra. Isto entra em conflito?

Não. O software guarda; o problema costuma ser que ninguém o lê a tempo de decidir. Trabalhamos sobre o que já existe e acrescentamos o que falta — a cadência semanal, o dono de cada número e a ação que se segue. Se a ferramenta for mesmo o problema, a alternativa da casa é o RADAR, e isso sai da conversa.

Preciso de ter orçamento feito para isto servir?

Precisa de um número de partida. Sem orçamento, há gasto mas não há desvio — e desvio é a métrica que faz alguém agir a meio da obra. É por isso que o orçamento e o controlo de custos costumam instalar-se juntos ou por esta ordem.

E o custo da mão de obra, entra?

Entra se as horas chegarem já associadas à obra. É exatamente isso que a folha de ponto de obra resolve — sem ela, o custo de mão de obra fica ao nível da empresa e nunca ao nível da obra, e essa é metade do custo.

Isto serve a um promotor que não executa?

Serve, e é dos casos em que mais muda a conversa. Um promotor que recebe relatório semanal no mesmo formato e autos de medição consegue comparar empreiteiros por outra coisa que não seja o preço final — que é a única forma de comparar que hoje tem.

Onde trabalhamos

Dez distritos, instalação online

Não é preciso ninguém no estaleiro para instalar — é preciso um caso verdadeiro da sua empresa e um responsável do vosso lado. Temos páginas próprias para os dez distritos de maior concentração de PME:

Lisboa · Porto · Setúbal · Braga · Aveiro · Leiria · Santarém · Coimbra · Faro · Viseu

Próximo passo

Conte-nos como é hoje

Respondemos em 24 horas úteis com a triagem de 2 minutos. Se este não for o seu maior gargalo, dizemos isso e indicamos o que faria mais sentido — é mais barato para os dois.

Usamos estes dados para lhe responder ao pedido e registá-los no nosso CRM com a origem deste formulário. Não o inscrevemos em nenhuma lista de emails nem usamos os seus dados para publicidade. Ver a política de privacidade.