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Para clínicas e consultórios

Clínicas e consultórios: a agenda cheia que rende metade

A receita de uma clínica depende de cadeiras ocupadas por quem aparece. Tratamos os três pontos que a esvaziam — faltas, marcações dispersas e doentes que não voltam.

3 lugares de setup em simultâneo — é a única escassez que publicamos. Cheios os lugares, entra-se em lista de espera com data.

O problema

A agenda parece cheia e o dia rende metade

Numa clínica ou consultório, a receita depende de uma coisa só: cadeiras ocupadas por quem aparece. E há três buracos por onde ela se escoa, todos os dias, sem aparecer em lado nenhum.

O primeiro são as faltas sem aviso. Um horário que fica vazio às 15h não se recupera — não é adiado, é perdido. O segundo são as marcações por três canais: telefone, Instagram e balcão, com uma pessoa a conciliar tudo numa agenda que ninguém mais vê. O terceiro é o doente que não volta: fez um tratamento, ficou satisfeito, e ninguém lhe falou outra vez.

Nenhum destes três é um problema clínico. São todos problemas de operação — e é por isso que se resolvem com processo, não com mais horas de trabalho.

Onde entram as peças

Quatro pontos onde a operação perde dinheiro

  • Confirmação e lembrete de marcação. A peça mais simples e a que mais devolve. Confirmar com antecedência e ter um canal fácil de remarcar transforma parte das faltas em remarcações — e uma remarcação é receita adiada, não perdida.
  • Um só sítio para as marcações. Telefone, mensagem e balcão a acabar todos no mesmo lado, com o histórico do contacto junto. Enquanto a agenda viver em três sítios, alguém vai marcar duas pessoas para a mesma hora.
  • Primeira consulta sem papelada. A ficha, o consentimento e os dados pedidos uma vez, antes de a pessoa chegar, em vez de cinco minutos de prancheta na sala de espera a comer o tempo da consulta.
  • Reativação de quem não volta. A lista de quem não aparece há um ano existe sempre e quase nunca é usada. É o contacto mais barato que uma clínica pode fazer, porque são pessoas que já confiaram uma vez.
Porque é diferente aqui

Dados de saúde mudam o desenho, não só o discurso

Os dados de saúde são categoria especial no RGPD (artigo 9.º). Não é uma formalidade: significa que o tratamento tem de ter uma base própria, que os acessos têm de ser restritos a quem precisa deles para tratar o doente, e que guardar «por via das dúvidas» deixa de ser aceitável.

Na prática, isto muda três decisões de desenho que numa PME normal nem se colocam:

  • O que passa pela automação é a marcação, não o motivo clínico. Um lembrete diz a hora; não diz o tratamento.
  • Quem vê o quê separa-se: a receção precisa da agenda, não do processo.
  • Quanto tempo se guarda passa a estar escrito, com um responsável pelo pedido de acesso ou de eliminação.

Não somos consultores jurídicos e não substituímos o encarregado de proteção de dados da clínica. Desenhamos o sistema para que estas decisões existam e estejam registadas, em vez de ficarem por resolver.

Por onde começar

Um número antes de qualquer decisão

Antes de mexer em seja o que for, há um número a saber: quantos horários se perderam por faltas no último mês e quanto valiam. Sem isso, qualquer investimento em confirmação de marcações é um palpite. É a primeira coisa que o diagnóstico mede numa clínica.

Perguntas diretas

O que costumam perguntar

Isto liga-se ao software clínico que já uso?

Depende do software e do que ele permite. Quando há forma de ligar, liga-se; quando não há, o sistema funciona ao lado, na camada da marcação e do contacto, sem tocar no processo clínico. O diagnóstico confirma o que é possível antes de haver proposta.

Os lembretes de consulta podem dizer o tratamento?

Não devem, e no nosso desenho não dizem. Um lembrete indica dia, hora e local. O motivo clínico é dado de saúde e não anda em mensagens de confirmação.

Quanto é que isto reduz as faltas?

Não publicamos uma percentagem, porque a nossa depende de dados que ainda não temos autorização para publicar. O que fazemos é medir as faltas da sua clínica antes e voltar a medir depois — é o único número que interessa.

Serve para um consultório de uma pessoa só?

Serve, mas o caminho é outro: uma ou duas peças avulsas, tipicamente a confirmação de marcações e a ficha de primeira consulta. Um pack completo só faz sentido quando há equipa de receção.

E clínicas dentárias, fisioterapia, estética?

O problema operacional é o mesmo — agenda, faltas, primeira consulta e retorno. O que muda é o vocabulário e o ciclo de retorno do doente, e isso ajusta-se no diagnóstico.

Onde trabalhamos

Dez distritos, instalação online

Não é preciso ninguém no escritório do cliente para instalar — é preciso um caso verdadeiro da sua empresa e um responsável do vosso lado. Temos páginas próprias para os dez distritos de maior concentração de PME:

Lisboa · Porto · Setúbal · Braga · Aveiro · Leiria · Santarém · Coimbra · Faro · Viseu

Próximo passo

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Respondemos em 24 horas úteis com a triagem de 2 minutos. Se este não for o seu maior gargalo, dizemos isso e indicamos o que faria mais sentido — é mais barato para os dois.

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